| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Icteridae |
| Vigors, 1825 | |
| Subfamília: | Agelaiinae |
| Swainson, 1832 | |
| Espécie: | Q. lugubris |
Seu nome significa: do (caribe) quiscula, quisqueya = nome local das ilhas do caribe para o pássaro; e do (latim) lugubre = triste. ⇒ Quiscula triste.
Macho com 27cm e femea com 21cm. Bico longo e afilado. Iris amarela no macho e femea. Macho preto arroxeado com cauda em forma de “cunha amassada”. Femea preta amarronzada por cima e acinzentada por baixo. A espécie Q. mexicanus é maior.
Em áreas antrópicas, convivem em meio ao homem, próximas a restaurantes, em bandos ou individuais no solo.
Espécie monógama, constrói o seu ninho em forma de taça em palmeiras, árvores ou arbustos.
Costumam juntarem-se em grandes bandos no solo a procura de alimento, congregando-se as dezenas nos locais de pernoite.
Ocorre em áreas campestres, áreas antrópicas abertas (frequentemente aproxima-se de humanos em muitos Resorts no Caribe) e campinarias do Amapá. Comum em ilhas e países do Caribe, México, Colombia, Venezuela, Trinidad e Guianas. A subespécie Q. mexicanus náo é encontrada no Brasil, vista na America do Sul no litoral da Colombia e Peru, principalmente.
SIGRIST, T. Avifauna Brasileira: The avis brasilis field guide to the birds of Brazil, 1ª edição, São Paulo: Editora Avis Brasilis, 2009.
Ridgely, R. S. e Tudor, g. (2009). Field guide to the songbirds of South America: the passerines. Austin: University of Texas Press.